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sábado, 9 de julho de 2011

Papo de fraldário - Parte IV

Hoje para variar um pouco a programação fomos passear no shopping. Não sou viciada em compras nem alérgica a rua, mas com o frio que está fazendo por aqui prefiro um local mais fechado para passar um tempo.

Assim fomos ver as promoções que rolavam pelo Bourbon Pompéia. Já tinha ido uma vez com a Anita no carrinho e odiado, já contei isso em algum post e agora é definitivo, lá não é local para ir com carrinho.

O shopping conta apenas com três elevadores pequenos e mesmo tendo apenas 4 andares as pessoas insistem em ir de elevador a utilizar a escada rolante, assim cada troca de andar é um tempo sem fim nas filas que não são respeitadas. Mesmo não gostando de carrinhos na escada rolante lá fomos nós de escada mesmo na subida e deixamos o perrengue para descer.

Quando estavamos na praça de alimentação a Anita resolver fazer um lanchinho também. Fui atrás do fraldário e encontrei um pequeno espaço com 4 trocadores, duas pias sem água quente, um micro ondas, um cadeirão e duas poltronas bem pouco confortáveis. Tudo em um espaço só. Logo que entrei me ofereceram fraldas e produtos da Jonhson e um atendimento atencioso.

Ok, o lanche da pequena foi rápido pois logo chegaram mais mães para trocar seus pequenos e o cheiro e aperto deixaram o local insuportável. Além disso não me senti muito segura para deixar o carrinho do lado de fora do espaço e o papai ficou lá de manobrista. Ao lado do fraldário existe o banheiro família e me deu muita dó da criançada chegando lá e tendo que encarar uma fila.

Existe mais um fraldário no primeiro piso onde, disseram, que o espaço de amamentação é separado dos trocadores. Nosso estresse para pegar o elevador foi tanto que quando conseguimos fomos direto para casa, assim fico devendo essa avaliação.

O shopping empresta carrinhos e para quem tem crianças maiores, principalmente meninas, tem o café da Hello Kitty com doces com a cara da personagem além de produtos da Sanrio.

Sugestões para os próximos passeios? Comente aqui!!!!

Beijão nosso!!!!!

domingo, 26 de junho de 2011

Papo de fraldário - Parte II

Sala de amamentação


 Serei um tanto cri-crítica com nosso espaço favorito do shops Higienópolis, o Espaço Família que fica no piso Pacaembú.

O local é pequeno mas bem dividido com banheiro pequenininho para quem já não usa fralda, tv com dvd num cantinho para os maiorzinhos, um cantinho com micro-ondas e uns cadeirões para os "papantes", um cantinho para os "mamantes" e os trocadores. A decoração é inspiradora, bem meiga, a Anita adora brincar com as almofadas de bolinhas.

O espaço para amamentar conta com 4 cadeiras e cortina, é o único espaço onde papais não entram. Como já contei aqui antes fiz boas amizades e tive ótimos papos neste espaço que é compartilhado pelas mães na hora da amamentação.

Os 4 trocadores são lindos e de uma boa altura com forro descartável de TNT. Tem uma pia com água quente para banhos de emergência. O melhor é que tem produtos da Johnson, que patrocina o espaço, como fraldas, lencinhos e sabonetes para utilizar, testar e aproveitar. Foi assim que testei o tamanho M de fralda, quando fiquei na dúvida se já era hora de trocar o tamanho mesmo.

Outro serviço que utilizo sempre é o empréstimo de carrinho, são modelos da Chicco bem confortáveis e práticos.

A iluminação mais baixa deixa o clima mais intismista e tranquilo porém o ar-condicionado poderia funcionar no local, amamentar esquenta e nos dias frios já chegamos lá cheias de roupas. Nos dias de muito movimento o cheiro acaba ficando ruim mesmo com as meninas da limpeza sempre presentes, o atendimento é sempre muito gentil e prestativo.

Um ponto favorável para o passeio por lá é que o shopping conta com corredores largos e vários elevadores, assim não precisamos perder muito tempo em filas cada vez que vamos mudar de andar e nem precisamos nos arriscar nas escadas rolantes.

Bônus: Precisamos comprar uma peça de chuveiro hoje, fomos a C&C e utilizamos o carrinho com assento para bebês. A loja também conta com espaço para crianças com brinquedos. Foi tão rápido que nem deu tempo de procurar fraldário e um local para amamentar. 

É isso, amanhã tem cinema e pediatra. Oba!!!!

Sugestões para avaliarmos semana que vem são bem vindas.

Beijão nosso!!!!

Papo de fraldário - Parte I

Sei que no último post escrevi sobre nossas aventuras com as fraldas, por isso resolvi fazer uma avaliação mega pessoal dos fraldários, e locais por nós visitados. A idéia não é criar um super roteiro para bebês, mas deixar registrado e sugerido os locais adaptados e aptos a nossa visita.

Não sei qual a população de bebês e quanto, nós pais, representamos em fluxo de restaurantes e comércio, porém sei que se não posso ir a algum lugar com a Anita, não o frequentarei por algum tempo.
 
Vou começar pelo local mais visitado por nós desde a gravidez. O shopping Higienópolis.



Já aviso que não estou ganhando nada para elogiar o local, mas por orientação médica foi um dos únicos locais liberados para passeio no final da gravidez. Explico, a Anita nasceu em março assim passei o verão de barrigão. Fiquei bastante tempo de repouso e o médico liberou o passeio no shopping (qualquer shopping) pelos seguintes motivos:

1. É plano. Assim o risco da barriga me impedir de ver qualquer buraco ou obstáculo fica reduzido, e consequentemente o risco de queda também fica reduzido.

2. Tem ar condicionado. Bem auto explicativo para o verão. Nada como sombra e ar fresco.

3. Se cansar é fácil achar onde sentar ou encostar.

4. Segurança. Não só assaltos, mas qualquer problema tem ambulatório, e um segurança para socorrer.

5. Comprinhas na gravidez, sempre caem bem.

6. Tem vaga preferencial do estacionamento para gestante. Nessa fase mesmo sendo perto de casa só conseguia chegar lá de carro.

Tá já falei porque eu frequentei tanto o shopping com a Anita na barriga, com ela fora da barriga fica para o próximo ok?

 Beijos nossos!!!!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Fraldas para que te quero

Fraldário do Shop Higienópolis



Feriadão! Fomos jantar em família, nós três e vovó. Dona Anita toda serelepe no colo da vó faz a fralda tremer.

Quem conhece sabe que o tempo de tolerância dela nestes casos é nulo, e lá vem o berreiro com as perninhas dançantes que logo reconhecemos.

Ok, papai chama a garçonete e pergunta se tem um fraldário (sonho meu!), um trocador ou um local mais adequado que o meio do salão para trocar a fera. Já sabia que no banheiro seria impossível troca-la por ser apertado e não ter local de apoio. A resposta foi a que eu esperava e temia: não.

Como assim?!?!?!?!

Sugestão da moça, juntar duas cadeiras e trocar ali no cantinho. Sugestão aceita.

Lá fui eu agachar e com apoio logístico e de segurança da vovó trocar a fraldona.

Aha, que no meio do processo chega um grupo de argentinos para sentar onde? Na mesa em frente ao meu trocador improvisado. Mamãe faz que não vê, não ouve e não se abala.

- Arriba!!!! Vamos sentar arriba!!!

Ok, os incomodados que se mudem. Mas não precisava ser assim né?

Tudo bem que fui rápida, discreta na medida do possível e ainda joguei tudo no saquinho perfumado de fralda suja mas bem que poderia existir uma lei, ou qualquer coisa assim, para obrigar os estabelecimentos (por mim todos) a terem um espaço para a troca dos pequenos.

Não é não?

Qualquer hora faço a lista dos locais já utilizados por nós para dar tchau a fralda suja.

Adianto que no restaurante em questão já foram duas vezes, no churrasco de um amigo foi tábua de passar...

Beijo nosso!!!!

sábado, 30 de abril de 2011

Encontros e Desencontros


Já há algum tempo venho observando os efeitos que uma barriga de grávida e um bebê causam nas pessoas e nas relações entre elas.

Na gravidez eu percebia os olhares diferentes nas três fases. No início as pessoas ficam na dúvida, ela está gorda ou grávida? Passados os primeiros meses, em que a roupa de sempre fica apertada e a de grávida ficava grande, veio a melhor fase em que a barriga já aparecia e confirmava a gravidez, os enjoos estavam bem controlados e o pique tinha voltado. Nesta época era só parar em algum lugar ou encontrar outra grávida para alguém puxar papo. Lógico que a gravidez sempre foi o assunto. Receitas para melhorar o enjoo, comparações sobre o tamanho da barriga e tempo de gravidez eram inevitáveis. O mais legal é que nunca me faltou companhia, nas vezes em que iria almoçar sozinha no shoping. Sempre apareceu alguém gentil para ceder um lugar e porque não começar o interrogatório. Qual é o sexo? Quanto tempo de gestação? Já tem nome? E assim ia. Sempre respondi com muito orgulho e satisfação. A terceira fase foi a mais curta e mais intensa. Os olhares eram de dó mesmo. Ai as perguntas não tinham mais cara de compartilhar, e sim de uma curiosidade quase mórbida. Tudo bem que eu estava enooorme, e meus pés já não me permitiam andar muito... Assim deva perceber fácil a áurea mágica que a gravidez traz.

Não imaginei o que viria quando a Anita nasceu. Já fomos parados no supermercado por pessoas mega estranhas para trocar receitas a respeito das cólicas do bebê. Voltando ao consultório fiquei obesrvando como pessoas que sem crianças jamais trocariam sequer um bom dia, no meio da rua se transformam em amigas de infância quando acompanhadas de suas crias.
Fraldários e salas de amamentação então já me renderam ótimas indicações e apoio emocional.
Acho que isso acontece como forma de autopreservação da espécie mãe mesmo. Tem coisa que só mãe entende como já dizia minha vó....
É por essas e outras que mais do que frequentar blogs, grupos de discussões virtuais e tentar ai a alguma sessão do Cinematerna eu adoro papo de fraldário!